No passado dia 9 de Junho comemorou-se na Escola Superior de Educação de Viseu mais um dia dedicado ao curso de Comunicação Social, ministrado neste estabelecimento de ensino.
Realizaram-se vários painéis de formação durante o dia, um dos quais dedicado ao tema Reinventando o Jornalismo: a Revolução Ipad. Este painel foi moderado por Teresa Antas de Barros, coordenadora do curso de Comuicação Social, e teve como convidados Henrique Monteiro, Director do EPublishing do Grupo Impresa e ex Director do Jornal Expresso, e João Luís Campos, director adjunto do Diário de Coimbra, Diário de Viseu e Diário de Leiria.
Após uma breve abordagem às origens da internet e à temática do desenvolvimento e enquadramento das novas tecnologias nas recentes exigências de uma sociedade modernizada e em plena mudança, Henrique Monteiro fez referência ao facto de, na actualidade, a vida ser dominada por ecrãs. Na mais simples actividade do dia-a-dia somos confrontados com a convivência e até dependência de ecrãs, que vão desde a televisão ao ecrã de uma sala de espera numa estação de comboios e até de um electrodoméstico em nossas casas. Deste modo aponta o Ipad como uma espécie de ecrã pessoal, o qual acredita terá um lugar de particular importância no futuro no dia-a-dia de cada um de nós, uma vez que esta nova ferramenta reúne características, como a mobilidade o acesso rápido à internet e a facilidade em partilhar conteúdos entre outros, que “mantendo a revolução não revoluciona os nossos hábitos”.
João Luís Campos, na sua intervenção, estabeleceu a diferença entre a gratuitidade de conteúdos colocados online pelos órgãos de comunicação social e as baixas receitas das assinaturas online. Acrescentou ainda que a nova ferramente Ipad, por ter um custo, é de crucial importância para a imprensa local e para as sua receitas. O jornalista alertou para os perigos da vontade de dar a informação ao minuto, destacando a importância do rigor informativo e factual, que é condição essencial para o bom jornalismo, e esclareceu as diferenças entre o jornalismo do cidadão e jornalismo, sublinhando a função de mediação deste último profissional. Desta forma, a imprensa entra no Ipad com conteúdos fechados. Aponta como outra vantagem do Ipad a sua georeferenciação que poderá permitir ao jornalista determinar o ponto forte da sua notícia.
Numa nova intervenção Henrique Monteiro partilhou com os presentes a sua ideia para o futuro do Ipad. Utilizando um simples cartão que tem na sua carteira explica que este poderá ser um formato escolhido e que com ele poder-se-ão fazer qualquer tipo de operações desde pagar contas a ir ao cinema.
O profissional afirmou que é necessário “separar o jornalismo de ruído”, referindo-se às campanhas negras.
Após dar por concluídas as suas intervenções os convidados mostraram-se disponíveis para responder a algumas questões colocadas pelos presentes. O público questionou os convidados sobre o conceito de mediatismo e as campanhas negras, cujos conhecidos exemplos foram, na nossa sociedade, o caso “freeport”, “casa pia” entre outros. Após algumas considerações e trocas de impressões entre os convidados e o público, todos os presentes tiveram ainda a oportunidade de ouvir testemunhos de jovens estagiários da ESEV e ouvir as suas opiniões e receios relativamente à profissão de jornalista.
Sandra Pereira
Blog informativo dos alunos de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Viseu
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Dia da Comunicação Social na ESEV
No passado dia 9 de Junho de 2011, decorreu, mais uma vez, o Dia da Comunicação Social, na ESEV. O dia iniciou-se com uma sessão de abertura presidida pela coordenadora do curso de Comunicação Social, Teresa Antas de Barros, que se fazia acompanhar pela Presidente da Escola, Cristina Gomes e pelas respectivas representantes do Departamento de Línguas, Ana Maria Costa Lopes e Véronique Delplancq.
O evento teve lugar no auditório da ESEV e teve inicio com a visualização de várias curtas-metragens, dialogadas em francês e inglês, realizadas pelos alunos do 2ºano do curso de Comunicação Social. As temáticas foram as mais diversas, nomeadamente, a história do curso e o seu impacto, as redes sociais (Facebook), o alcoolismo, a toxicodependência, a prostituição, os problemas decorrentes da entrada na Universidade, tráfico de órgãos/pessoas, entre outras.
Depois de uma breve pausa para almoço, o dia prosseguiu com um painel dedicado ao tema “Europa das Línguas”, que teve como orador Luís Moreira – Representação da Comissão Europeia em Portugal. Através de um excelente storyboard interactivo, deu-nos a conhecer, primeiramente, a diversidade linguística dos países europeus. Em seguida abordou a importância que as línguas têm, nomeadamente, a nível profissional e pessoal. Por último, fez referência, não só a profissões de relevo a nível do Parlamento Europeu, mais especificamente, tradutores e intérpretes, como também às diversas mobilidades que, como cidadãos e estudantes europeus, podemos realizar, mais concretamente, programas Erasmus e Comenius e estágios na Comissão Europeia.
O evento teve lugar no auditório da ESEV e teve inicio com a visualização de várias curtas-metragens, dialogadas em francês e inglês, realizadas pelos alunos do 2ºano do curso de Comunicação Social. As temáticas foram as mais diversas, nomeadamente, a história do curso e o seu impacto, as redes sociais (Facebook), o alcoolismo, a toxicodependência, a prostituição, os problemas decorrentes da entrada na Universidade, tráfico de órgãos/pessoas, entre outras.
Depois de uma breve pausa para almoço, o dia prosseguiu com um painel dedicado ao tema “Europa das Línguas”, que teve como orador Luís Moreira – Representação da Comissão Europeia em Portugal. Através de um excelente storyboard interactivo, deu-nos a conhecer, primeiramente, a diversidade linguística dos países europeus. Em seguida abordou a importância que as línguas têm, nomeadamente, a nível profissional e pessoal. Por último, fez referência, não só a profissões de relevo a nível do Parlamento Europeu, mais especificamente, tradutores e intérpretes, como também às diversas mobilidades que, como cidadãos e estudantes europeus, podemos realizar, mais concretamente, programas Erasmus e Comenius e estágios na Comissão Europeia.
Ana Seara
Cátia Aires
Neuza Francisco
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Coelhos e Portas
A Lua. Fina, sublime, crescente.
O Marquês de Pombal, nobre, estadista português.
1882 e a vontade de erguer o monumento, ano em que 100 anos decorriam desde a sua morte. No entanto, a agitação política da época impedia que se ergue-se o HOMEM.
Mas, o Homem ergue-se cinquenta e dois anos depois. A 13 de Maio de 1834 é inaugurado o monumento - Marquês de Pombal.
Esta podia ser a história do Marquês de Pombal e do reinado de D. José I. Podia, mas...como dizia o nosso amigo Luís Vaz de Camões “Valores mais altos se levantam.”. Ora, valores, valores...isso é discutível.
O que me traz até vós é a situação política actual. Sim, eu sei. Sim, eu compreendo. Estamos todos fartos de política. Mas isso já não é de agora. Toda a nossa vida estivemos. E os nossos antepassados também.
Eu queria tornar isto uma “coisa” engraçada...aí e tal...até queria. Mas a verdade é que a política só tem graça no Parlamento. Sim. Dava um campo de boxe, um torneio de ping-pong ou quiçá um campo de batatas. Batatas?? - pois. De agricultura percebe o “nosso” Paulo Portas, mas outros deputados não se medem aos palmos. Nosso Paulo Portas ?! Sim é verdade, vamos gramar com Portas e Coelhos.
Ontem, saí do metro no Marquês de Pombal. Claro que não foi propositadamente. O vento leva-nos...vai nos levando...
Agitação. Vozes. Os gritos do poder.
Segui em frente. E em frente seguia a multidão.As árvores. A ventania...
As bandeiras quase flutuavam no ar. Bandeiras. Portugal e PSD. O Hino - a composição músical, geralmente para coro, de cariz comunitário: “ HERóIS DO MAR, NOBRE POVO, NAÇÃO VALENTE E IMORTAL. LEVANTAI HOJE DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL.”.
Escreveria até ao entardecer...
Os acontecimentos foram, são e serão surpreendentes.
E o POVO até gosta de surpresas.
Vamos no embalo.
Na agitação das ondas.
Vamos em FRENTE!
Ana Pacheco
O Marquês de Pombal, nobre, estadista português.
1882 e a vontade de erguer o monumento, ano em que 100 anos decorriam desde a sua morte. No entanto, a agitação política da época impedia que se ergue-se o HOMEM.
Mas, o Homem ergue-se cinquenta e dois anos depois. A 13 de Maio de 1834 é inaugurado o monumento - Marquês de Pombal.
Esta podia ser a história do Marquês de Pombal e do reinado de D. José I. Podia, mas...como dizia o nosso amigo Luís Vaz de Camões “Valores mais altos se levantam.”. Ora, valores, valores...isso é discutível.
O que me traz até vós é a situação política actual. Sim, eu sei. Sim, eu compreendo. Estamos todos fartos de política. Mas isso já não é de agora. Toda a nossa vida estivemos. E os nossos antepassados também.
Eu queria tornar isto uma “coisa” engraçada...aí e tal...até queria. Mas a verdade é que a política só tem graça no Parlamento. Sim. Dava um campo de boxe, um torneio de ping-pong ou quiçá um campo de batatas. Batatas?? - pois. De agricultura percebe o “nosso” Paulo Portas, mas outros deputados não se medem aos palmos. Nosso Paulo Portas ?! Sim é verdade, vamos gramar com Portas e Coelhos.
Ontem, saí do metro no Marquês de Pombal. Claro que não foi propositadamente. O vento leva-nos...vai nos levando...
Agitação. Vozes. Os gritos do poder.
Segui em frente. E em frente seguia a multidão.As árvores. A ventania...
As bandeiras quase flutuavam no ar. Bandeiras. Portugal e PSD. O Hino - a composição músical, geralmente para coro, de cariz comunitário: “ HERóIS DO MAR, NOBRE POVO, NAÇÃO VALENTE E IMORTAL. LEVANTAI HOJE DE NOVO O ESPLENDOR DE PORTUGAL.”.
Escreveria até ao entardecer...
Os acontecimentos foram, são e serão surpreendentes.
E o POVO até gosta de surpresas.
Vamos no embalo.
Na agitação das ondas.
Vamos em FRENTE!
Ana Pacheco
sexta-feira, 3 de junho de 2011
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